🎶Parabéns para mim,🎶
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🎶Parabéns para mim...🎶
🎶Pois só eu venho aqui!🎶
Somos três irmãs católicas anteriormente em ensino doméstico : Alfazema(18 anos),Poppy(16 anos) e Mel(12 anos).
🎶Parabéns para mim,🎶
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Várias das realidades que se enfrentam no mundo atual são as seguintes:
Neste post irei falar-vos de algumas das guerras que ocorreram nos últimos 50 anos
O subdesenvolvimento que se continua a verificar em muitas partes do mundo (África subsariana, na América latina, na Ásia) deve-se a múltiplos fatores; alguns deles são:
*Em alguns casos é até entre vários países pois várias tribos vivem em diversos países.
A partir de 1985 são assinados os seguintes acordos entre os vários estados membros europeus:
Com a integração de Portugal, Espanha e da Grécia na CEE, estes países verificam grandes melhorias nos seus países, em especial, em Portugal que com os fundos da Europa desenvolve a construção de infraestruturas.
A partir dos anos 70 começam a aparecer novas potências económicas - os Novos Países Industrializados (NPI). Alguns exemplos destes NPI são a Coreia do Sul, a Tailândia e a China.
Estes começam a implementar medidas que procurassem desenvolver o país; fomentaram o investimento em empresas nacionais e captaram investimentos estrangeiros em empresas com o facto de os salários serem mais baixos nestes países e assim criarem mais lucros.
Com estes investimentos, os NPI começam a prosperar e as condições de vida das suas populações melhoram.
Deng Xiaoping, sucessor de Mao Tsé-Tung, quis modernizar a China, e por isso implementou as medidas que todos os outros NPI tinham posto em prática. No entanto, este vedou a indústria militar, espacial e as telecomunicações que manteve sobre o poder do Estado. Mas, com estas medidas, as diferenças entre as classes sociais iam aumentando, e como os sindicatos que defenderiam os interesses dos trabalhadores eram ilegais, a situação só piorou.
Com esta abertura comercial ao estrangeiro, os estudantes de Pequim começaram a pensar que o governo começava a dar uma oportunidade de diálogo, e por isso começa um movimento que exigia que a China se tornasse uma democracia. Infelizmente, estes estavam bem enganados, pois foram repreendidos de tal forma que um grande número deles foi assassinado sem dó, nem piedade.
Também Macau (antigo território português) e Hong Kong (antigo território Inglês) foram integrados no país, mas, obtendo um estatuto especial onde, por 50 anos, podem manter a sua forma de governo, a sua cultura e os seus costumes.
Já o seu sucessor, Mikhail Gorbachev, implementa medidas mais liberais:
A glasnost (traduzido à letra - transparência) - que implementava a liberdade de expressão e de informação. Também acabou com a censura, libertou os presos políticos e trouxe de volta os exilados.
A perestoika (traduzido à letra reestruturação) - consiste na diminuição da intervenção do Estado, e desenvolvimento de empresas independentes do mesmo (a economia, a indústria, a agricultura... tornaram-se independentes do estado), de forma a eficácia da gestão e dos lucros. Desta maneira, diminui as despesas do Estado, nomeadamente as despesas militares pois estas são propositadamente diminuídas.
Outras medidas que ele tomou foram as seguintes:
a retirada das tropas soviéticas do Afeganistão (iniciada em 1988), e a não intervenção no destino desta nação a partir daí;
a descentralização do regime.
Esta última medida desagradou muito aos nacionalistas, acrescentando essa tensão ao regime que já estava com sérios problemas.
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| Fig.1 - Países que formavam a antiga URSS. |
Durante a guerra colonial, o governo sentiu necessidade de aumentar exponencialmente o nº de capitães. Para isso acontece, fizeram um decreto em que afirmavam que, a partir daí, estes seriam formados intensivamente em 2 semestres.
Este ato fez com que os outros capitães (que tinham 4 anos de formação) se revoltassem, e procurassem uma maneira de acabar com o regime, pois, segundo eles, a guerra apenas terminaria, quando o regime terminasse. Para pôr esse propósito em prática, estes e outros militares preparam um golpe militar.
Tentam uma primeira vez, a 16 de março de 1974, mas, falham; tentam outra vez a 25 de abril desse mesmo ano e têm sucesso.
Nesse momento, o regime terminou e os órgãos que o suportavam (PIDE, a mocidade portuguesa, o governo do desse mesmo regime...) foram sendo dissolvidos e, muitos dos seus membros castigados (presos ou mandados para o exílio).
Com esta parte do processo terminado, "só" falta a parte de formar uma verdadeira democracia.
Este exercício da liberdade de associação teve como consequência um grande números de conflitos entre os vários partidos; o que gerou um período que mais se parecia com a 1ª República com os seus múltiplos governos e as manifestações de uns partidos contra os outros. Resumindo, uma grande confusão a nível nacional, de tal forma que se estava à beira de uma guerra civil.
Quase se instaurou um governo comunista em Portugal, mas, com o trabalho conjunto dos tradicionalistas/menos extremistas (centro direita + direita), os comunistas são afastados do poder e o poder do MFA (aqueles que lideraram a revolução) foi diminuído até à esfera militar, exclusivamente.
Em 1976, é promulgada a Constituição onde são apresentados os vários poderes exercidos pelos vários órgãos políticos, os direitos e deveres dos cidadãos, entre outros pontos (na sua 1ª versão).
No que toca à descolonização, houve duas variantes: a independência pacífica (no caso de Cabo Verde e da Guiné Bissau) e a independência conturbada (no caso de Angola e de Moçambique).
Nestes últimos casos, a violência deve-se aos vários grupos que desejam formar governo e que lutam entre si. Portugal também teve os seus problemas internos nesta questão pois alguns políticos (ex: General Spínola) não estavam tão de acordo, em relação à declaração da independência das mesmas; mas, eventualmente, reconhece o governo de um desses grupos e a independência dos países (Angola - 11 de novembro de 1975). Mas, após a sua independência, continuaram com uma guerra civil entre os dois grupos.
Estas independências causaram outra consequência - o aumento do desemprego, com as populações retornadas das antigas colónias que também não têm condições para viver decentemente.
A Constituição foi revida algumas vezes, de forma a polir os extremos ideológicos, apaziguar os conflitos políticos e estabelecer os órgãos políticos como os conhecemos atualmente.
Para além disso, em 1985 Portugal entra para a CEE, o que ajudou a estabilizar o país (devido às verbas investidas pela mesma).
Com estas medidas, o país consegue um governo estável pela primeira vez (entre 1987 e 1991 o PSD ganha as eleições). E começam a aumentar o investimento estrangeiro e as exportações, o que melhora bastante a situação económica portuguesa, ainda que piore a situação da agricultura e das pescas que, a partir daí tem de competir com o estrangeiro.
*Ver este post onde eu falo da independência de Timor-Leste.
Com o insucesso da primeira república, a maioria da população começa a desejar a extinção deste tipo de governo e a instauração de um regime autoritário que restabelecesse a ordem no país.
Os primeiros sinais de que isto estava para acontecer foram as revoluções falhadas que foram ocorrendo por todo o país.
Até que, em 1928, António de Oliveira Salazar torna-se Ministro das Finanças e consegue resolver os problemas financeiros do país.
Este vai a pouco e pouco ganhando mais poder, até que se torna o ditador português do Estado Novo (ditadura do tipo fascista).
Esta ditadura tinha as seguintes características:


Tudo começou com as invasões da Alemanha aos países vizinhos (as regiões do Sarre e da Renânia, toda a Áustria e parte da Checoslováquia).
Ao verem isto, as democracias europeias (Reino Unido e França) decidem olhar de lado, e não fazer nenhum ato militar contra a Alemanha, tentando apenas negociar com a mesma através de atos diplomáticos (Conferência de Munique), de forma a evitar um conflito mundial.
Após estas negociações vãs, a Alemanha e a URSS fazem um acordo de não agressão, onde dividiram, secretamente, a Polónia entre si.
Quando estes verificam que esta não para de anexar cada vez mais territórios à sua "Grande Alemanha" (em especial a Polónia, a qual se alia a estes países), vêm que não têm outra opção senão declarar guerra à Alemanha.
Passado pouco tempo, o Japão também começa a invadir os seus vizinhos (a Coreia e a China) para formar um império.
Como, mais uma vez, os países ocidentais não querem criar uma segunda guerra global, nada fazem para auxiliar os países invadidos.
Enquanto isso, em Espanha começava uma guerra civil entre republicanos e conservadores.
A Alemanha e a Itália, ao verem esta situação, aproveitam para testar as suas novas armas apoiando um dos lados do conflito.
Quando esta acabou acabaram por vencer os conservadores.
Voltando ao conflito mundial, os Aliados (França, Reino Unido e Polónia) tentaram sem sucesso conter o avanço dos alemães, pois em poucas semanas, estes já tinham conquistado a Bélgica, os Países Baixos, a Dinamarca e a Noruega (e, pouco mais tarde, a França). Este insucesso deveu-se à sua inferioridade militar pois estes usavam armas menos desenvolvidas que os alemães. Esta fase da guerra ficou conhecida por guerra-relâmpago.
Após estas conquistas, a Alemanha prepara-se para invadir o Reino Unido, bombardeando as suas principais cidades, de forma a desmoralizar a população e facilitar a execução da mesma. Mas, esta estratégia não funcionou como se esperava pois, o Reino Unido liderado por Winston Churchill, e apoiado pela Família Real que permaneceu em Londres durante os bombardeamentos, reorganiza-se e faz frente aos alemães.
Depois disto ocorre uma reviravolta na guerra. Esta baseou-se em três acontecimentos:
O primeiro foi a invasão alemã da URSS sua aliada, que, a partir daí, deixa de o ser.
O segundo foi a invasão japonesa da base americana de Pearl Harbor, trazendo os EUA para o conflito.
E o terceiro foi a travagem das tropas alemãs em Estalinegrado pelas tropas soviéticas.
A partir deste momento, a tática alemã passa a ser defensiva, em vez de ofensiva.
Em 1943 os Aliados vencem os nazis no Norte de África e, invadem a Itália.
Em 1944, no dia 6 de junho (dia D) estes desembarcam na Normandia, iniciando assim, a libertação da França e o avanço contra a Alemanha, ajudados a leste pela URSS.
As tropas soviéticas chegam a Berlim a 2 de maio e os Aliados a 4 desse mesmo mês; e a Alemanha rende-se 3 dias depois.
Já a guerra entre os EUA e o Japão demorou bastante mais tempo.
A 6 de agosto de 1945 os americanos lançam a 1a bomba atómica sobre a cidade de Hiroxima, e poucos dias depois, deitam a segunda em Nagasaki.
A 8 de Agosto a URSS declara guerra ao Japão, consequentemente, este rende-se a 14 de agosto, terminando assim a guerra.
Neste post irei abordar vários aspetos deste período (os quais tentarei falar de forma ordenada); que são os seguintes:
Outro facto importante deste período foi a fundação da SDN (espécie de protótipo da ONU) que tinha por objetivo evitar guerras, fazendo que os países envolvidos num desacordo discutissem pacificamente as suas diferenças e resolvessem os seus problemas sem derramamento de sangue.
A Alemanha é completamente humilhada com o Tratado de Versalhes com as medidas absurdas* que lhe foram impostas (ex: indemnizações aos países vencedores que equivaliam ao dobro das receitas anuais nacionais).
Estas medidas resultaram numa grande miséria na Alemanha. Esta miséria foi aproveitado pelo partido nazi e por Adolf Hitler para subir ao poder através da retórica.
*Eu não estou a desculpar os atos da Alemanha, mas sim a dar a minha opinião sobre os "castigos" que lhe foram impostos.
A Revolução Industrial Inglesa foi uma revolução que marcou a História desta nação, e das outras à sua volta.
Esta começou no final do século XVIII com a invenção dos 1ºs engenhos mecânicos destinados a aumentar e acelarar a produção de produtos (ex: fiadora mecânica). Estes ainda não tinham motor, por isso tinham de ser operados por artesãos; os quais aplicavam os seus conhecimentos ao utilizarem os mesmos.
Passado algum tempo, é inventado o motor a vapor. Este é instituído nas indústrias têxtil, metalúrgica e siderúrgica, impulsionando as novas máquinas industriais. Estas, ao contrário dos engenhos anteriores, não necessitam de trabalhadores conhecedores do processo de fabrico de um dado produto - os artesãos, mas apenas de trabalhadores que as vigiem e façam pequenas tarefas - os operários.
Com estas mudanças, as quantidades de produtos produzidas tornam-se exponencialmente maiores que as produzidas anteriormente. Para além disso, com esta quantidade de produtos é possível resolver problemas regionais de subsistência facilmente, enviando tudo o que é necessário para essa zona.
No entanto, existiram várias desvantagens deste acontecimento; a enorme poluição causada pela utilização do motor a vapor propulsionado a carvão, os operários que passam a viver em condições horríveis e os conhecimentos práticos da profissão de artífice que deixam de ser valorizadas.
A população europeia durante este período sofreu uma alteração drástrica.
Mesmo que, inicialmente a taxa de mortalidade continuasse alta devido às guerras*, epidemias (menos graves que as do século XIII) e fomes, as condições foram melhorando através das seguintes medidas:
Os dois post anteriores sobre este período foram: um sobre a Europa e outro sobre Portugal, em específico.
O de hoje vai ser sobre os valores, as vivências e o quotidiano que se vivia durante este período.
Irei abordar os seguintes temas:
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| Fig. 2 - principais características da arquitetura gótica. |
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| Fig. 4 - Exemplo de uma igreja gótica - catedral de Amiens. |
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| Fig. 5 - Catedral de Santiago de Compostela (um dos principais locais de peregrinação deste período) |
No post passado falei-vos da História da Europa Medieval durante os séculos XI a XIV.
Neste post irei falar-vos sobre o que se passava em Portugal durante esse mesmo período.
Durante estes séculos ocorreu a Reconquista Cristã (718 - 1492), durante a qual ocorreu a formação de Portugal.
Como foi o processo da formação de Portugal?
Em primeiro lugar, temos de ir ao tempo em que se formou o condado portucalense.
Este condado foi concedido a Henrique de Borgonha no ano 1096 pelos serviços por ele prestados, na reconquita cristã, ao rei D. Afonso VI de Leão e Castela.
Este conde desejava a independência do condado, transformando-o num reino; mas esse desejo só se cumpriria após a sua morte (em 1112) pelo seu filho, D. Afonso Henriques.
O reconhecimento da sua indepêndencia ocorreu em duas datas diferentes; em 1143 pelo rei Afonso VII no Tratado de Zamora, e em 1179 pela Igreja Católica através da bula pontifícia Manifestis Probatum do Papa Alexandre III.
Após a Independência de Portugal os Reis foram conquistando mais territórios aos Mouros (terminando a Reconquista em 1249 com Afonso III) sendo ajudados pelas ordens religiosas-militares (Templários, Hospitalários, Cavaleiros de Compostela, de Calatrava) e, ocasionalmente, pelos Cruzados.
Os reis condediam a estas ordens militares partes das terras conquistadas, como agradecimento pelo seu auxílio, e de forma a que estas as populassem e protegessem.
Agora irei falar-vos sobre as pecularidades de Portugal em relação ao resto da Europa.
A 1ª é o facto de que em Portugal a rede formada pelas relações de vassalagem era muito menor; pois o rei tinha vassalos e, ao contrário dos outros senhores europeus, estes senhores apenas tinham como vassalos os cavaleiros, em vez de outros nobres.
A 2ª é que, em vez de comunas, como no resto da Europa, começaram a formar-se concelhos (através de cartas de foral dadas pelo rei, ou por um senhor) nos quais os seus habitantes tinham de pagar menos impostos, os habitantes mais importantes (burgueses, comerciantes...) ocupavam os cargos mais importantes.
Mas, não tinham autonomia total pois havia em cada um deles um alcaide que representava o rei no conselho, o qual liderava o exército da cidade nas batalhas.
Com a formação dos conselhos, e com as Inquirições Gerais (verificações em que os funcionários dos reis verificavam se os nobres estavam a abusar do seu poder (ex: roubando terras ao rei)), os reis procuravam controlar o poder dos senhores e centralizar o poder em si próprios.
Neste post irei falar-vos da História da Europa durante os séculos XI - XIV.
Em primeiro lugar, tenho de vos apresentar o contexto histórico.
A Idade Média inicia-se no ano 476 com a queda do Império Romano do Ocidente.
Depois da sua queda, povos bárbaros começaram a formar pequenos "reinos" no seu antigo território.
A única coisa que foi unindo estes povos bárbaros foi a fé cristã, à qual se foram convertendo os vários reis seguidos dos seus súbditos.
Pronto, estão os reinos minimamente formados. O que se segue?
Mesmo com os reinos formados, a Europa encontrava-se numa situação de possível invasão constante, o que deu origem ao feudalismo.
Eu explico:
Primeiro, o rei necessita de auxílio militar para as guerras, por isso, concede algumas das suas terras a um nobre, em troca desse auxílio em tempo de guerra. Este por sua vez faz o mesmo, mas com um nobre de menor estatuto social; o seu vassalo faz o mesmo, e assim sucessivamente até chegar ao nível dos cavaleiros.
O povo era outro grupo da sociedade. Este necessitava de proteção militar, por isso, punha-se ao serviço do senhor feudal trabalhando as suas terras e pagando imposto sobre as mesmas, em troca da proteção do mesmo.
Fora destes dois grupos sociais, existia ainda outro - o clero.
Este era constituído por todas as partes da hierarquia eclesiástica, desde cardeais, bispos e sacerdotes de paroquias ricas, a frades e párocos das paroquias mais pobres. Dentro dela também haviam os mosteiros femininos e masculinos, os quais, em conjunto com o alto clero, também eram senhores de alguns dos feudos do reino.
Basicamente, isto é o feudalismo.
Agora em relação aos séculos XI - XIV em si:
Durante estes séculos ocorrem várias coisas.
Mas, as principais são as seguintes: as Cruzadas, o desenvolvimento da agricultura e do comércio; as guerras entre os vários reinos, em especial, a Guerra dos 100 anos; e o aparecimento da peste negra e da fome devido a más colheitas.
No século XI ocorre a invasão islâmica da Península Ibérica e do Império Bizantino.
O Imperador Bizantino Aleixo I pede auxílio militar ao Ocidente para se defender e reconquistar as múltiplas terras que tinha perdido do seu império, em especial, as da Terra Santa.
Ao ouvir este apelo, o Papa Urbano II convoca a 1ª Cruzada para ir em auxílio dos seus irmãos em necessidade e para recuperar a Terra Santa.
Esta foi apenas a 1ª de 8 Cruzadas, sendo que parte delas foram para reconquistar a Península Ibérica.
No final destas (em 1291), os cruzados fracassaram na sua missão, sendo a única exceção, a reconquista da Península Ibérica.
Sabiam que os portugueses descobriram o Canadá antes do Cristóvão Colombo?
Eu não sabia.
Fonte:
Na série Ladybug (cujo titulo completo não tenho paciência para descobrir), o Falcão Traça "akumatiza" as pessoas para que elas lhe deem os "miraculos" da Ladybug e do Gato-noir. As pessoas "akumatizadas" normalmente têm algum poder que afeta as pessoas à sua volta. A Ladybug e o Gato-noir derrotam o vilão (pessoa akumatizada) e a Ladybug devolve tudo ao normal. Por exemplo o "Bolhas", prendia pessoas (aqueles que o irritavam, chateavam ou simplesmente discordavam dele em alguma coisa) dentro de bolhas e mandava-os para o espaço.
Então a minha questão é: se algum vilão conseguisse capturar os miraculos, e dá-los ao Falcão Traça, o que acontecia ao vilão e às pessoas afetadas por ele? Ficavam como estavam para sempre? O Falcão Traça retirava o akuma e as pessoas voltavam ao normal? E se ficavam como estavam, o vilão começaria a atacar as pessoas fora de Paris?
Atenção: Eu já não vejo a série da Ladybug à algum tempo.
Nota: se tiver escrito algum termo/nome da série, mal, peço desculpa a qualquer pessoa particularmente sensível aos ditos erros.
Então, desde o inicio da pandemia que me dá a impressão que não passa um dia sem que o COVID-19 (ou algo relacionado) seja mencionado.
Também me dá a impressão que qualquer tema, qualquer que seja, vai dar ao COVID. Gatos? COVID. Cortar o cabelo? COVID. O almoço de ontem? COVID. Uma parvoíce qualquer? COVID. *
Por isso, vou lançar esta espécie de desafio:**
Passar 1 dia (ou mais se quiserem):