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quinta-feira, 3 de março de 2022

Parabéns Poppy!

🎶Parabéns para mim,🎶

🎶Parabéns para mim,🎶

🎶Parabéns para mim...🎶

🎶Pois só eu venho aqui!🎶

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Questão

 Na série Ladybug (cujo titulo completo não tenho paciência para descobrir), o Falcão Traça "akumatiza" as pessoas para que elas lhe deem os "miraculos" da Ladybug e do Gato-noir. As pessoas "akumatizadas" normalmente têm algum poder que afeta as pessoas à sua volta. A Ladybug e o Gato-noir derrotam o vilão (pessoa akumatizada) e a Ladybug devolve tudo ao normal. Por exemplo o "Bolhas", prendia pessoas (aqueles que o irritavam, chateavam ou simplesmente discordavam dele em alguma coisa) dentro de bolhas e mandava-os para o espaço.

Então a minha questão é: se algum vilão conseguisse capturar os miraculos, e dá-los ao Falcão Traça, o que acontecia ao vilão e às pessoas afetadas por ele? Ficavam como estavam para sempre? O Falcão Traça retirava o akuma e as pessoas voltavam ao normal? E se ficavam como estavam, o vilão começaria a atacar as pessoas fora de Paris?

Atenção: Eu já não vejo a série da Ladybug à algum tempo.

Nota: se tiver escrito algum termo/nome da série, mal, peço desculpa a qualquer pessoa particularmente sensível aos ditos erros.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Espécie de Desafio

 Então, desde o inicio da pandemia que me dá a impressão que não passa um dia sem que o COVID-19 (ou algo relacionado) seja mencionado.

Também me dá a impressão que qualquer tema, qualquer que seja, vai dar ao COVID. Gatos? COVID. Cortar o cabelo? COVID. O almoço de ontem? COVID. Uma parvoíce qualquer? COVID. *

Por isso, vou lançar esta espécie de desafio:**

Passar 1 dia (ou mais se quiserem):

  1. sem falar/ouvir sobre o coronavirus*** (como é que isto se escreve?);
  2. mencionar a pandemia*** ou os problemas que vieram com ela;
  3. E (se conseguirem) não pensar nas coisas mencionadas acima.


*sim, é uma doença que resulta na morte em alguns casos, mas não temos de virar todas as conversas para aí.

**aconselhável fazer isto num dia em que fiquem em casa (não dá para impedir os desconhecidos de falar/ouvir sobre este tema)

***se quando lerem isto as coisas já não estiverem tão loucas, podem alterar o tema tabu (é assim que se chama? ou escreve?)

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Os anéis de Lauritzel (parte 2)

Anteriormente...


Nesse fim-de-semana, assim que os pais se foram embora, correram as três para a sala do trono. Quando lá chegaram,aproximaram-se do expositor, atrás do trono do rei, e viram um único anel, era de ouro e tinha uma rosa feita de pequenos rubis. A única coisa estranha, era que havia dois suportes para anéis.

“Uau!” Exclamaram em uníssono.

“É lindo.” Disse Priscila, com os olhos fixos no anel.

No entanto, Adelaide tinha um pressentimento estranho em relação ao anel. Havia uma aura negra à volta dele, no entanto sentia ainda outra aura, mas esta era diferente, mais suave e relaxante. Também reparou numa pintura por cima do expositor. Uma mulher de cabelos e olhos vermelhos e um sorriso maléfico.

Ia a chamar-lhes a atenção para esse factos, quando Priscila, hipnotizada pela beleza do anel, lhe pegava e punha no anelar. Assim que o foi posto no dedo, os cabelos dela tornaram-se vermelhos, as roupas, normalmente de cores alegres, ficaram pretas e ela cresceu uns dez centímetros. Quando se virou para as irmãs, os olhos também estavam vermelhos.

Ela soltou uma sonora gargalhada.

“Finalmente,” a voz dela também estava alterada “depois de todos estes anos, estou livre. Desta vez, aquela parva da Andrómeda não me irá impedir.”

Ela desfez-se numa espécie de fumo negro e saiu da sala do trono.

“O que é que fizemos, o que é que fizemos…” murmurou Sandra nervosa.

“Como é que eu me deixei convencer? Primeiro, desobedecemos à mãe e ao pai, e agora, transformámos a Priscila numa,… numa espécie de bruxa! Porque é que tens de ser tão teimosa?!” Adelaide, quase gritou. “Se vocês as duas não tivessem insistido tanto, nada disto tinha acontecido!”

“Eu não sabia que isto ia acontecer!” Sandra gritou, exasperada. ”Nós pensávamos que nos dariam poderes, não que nos ia transformar em bruxas loucas.”Respirou fundo antes de continuar. “Mas, agora, devíamos descobrir como aconteceu e como o corrigir.” Finalizou, acalmando-se.

“Tens razão, vamos procurar aqui à volta, talvez encontremos algo.”

Coisas que aprendemos com a coleção da Anne of Green gables

Esta lista é só a gozar
  1.  Se o nome de algum sitio, ou alguma coisa não te soa bem, arranja-lhe outro mais poético, passa a palavra aos teus amigos e, mais tarde, aos teus filhos, de modo que já ninguém sabe o verdadeiro nome;
  2. Raparigas, alguma vez se zangaram tanto com um rapaz que lhe bateram na cabeça com o vosso livro, caderno, lousa, ou qualquer outra coisa que tivessem à mão? Sim? Pois bem, é o vosso futuro marido;
  3. Têm uma pessoa de idade, que não sai da vossa casa, embora já lá tenha ficado mais tempo que o necessário? Organizem-lhe uma festa de aniversário, a pessoa irá embora.
  4. Carregar um bolo, em público principalmente, é uma coisa vergonhosa.
  5. Uns irmãos que vocês só reconhecem de vista vêm até ao sitio onde vocês estão a ir comer. O que se faz? Convidem-nos para comer convosco.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Não percebo...#11

 Escolas/parques/o-que-for, com o COVID!

Abrem os infantários, onde a grande maioria das crianças já se conhece e são amigos ou "inimigos mortais".

Fecham os parques infantis públicos, onde, acho, metade das crianças se conhecem no máximo de vista.

Tudo bem, os infantários têm adultos que são pagos para vigiar as crianças, desinfectá-las quando necessário, etc.

Tudo bem que metade dos adultos estão a trabalhar em casa e não querem os filhos aos berros  o dia todo.

Mas, é a minha opinião, os pais das crianças não costumam mandar as crianças que não têm idade para perceber o que podem e não podem fazer (sem os pais estarem sempre à sua volta) para o parque sozinhas, ou costumam?
E no caso de crianças abaixo dessa idade, os pais (ou outra pessoa responsável) costumam acompanhar e vigiar pelo menos vagamente as crianças, não?
E as crianças são mais prováveis de irem interagir com outras crianças se as conhecerem, não é?

É só a minha opinião, sintam-se livres de discordar.

terça-feira, 28 de julho de 2020

Não percebo #10...

...os Teen Titans Go!
Há muita coisa incompreensível nessa série, mas não vou fazer uma grande lista ou nunca saia daqui.

Há um episódio, em que estão no dia de São Patrício, e há uma tradição qualquer (que pode ser verdadeira ou não) de beliscar as pessoas que não estão de verde e os não-verde não podem beliscar os de verde, ou ficam com má sorte. Então o Beast Boy (o com pele verde) está a beliscar toda a gente.

Atingimos o ponto que não entendo:
Então, ele só tem pele verde e não deve ser beliscado, mas a Starfire (cabelo cor de rosa) tem os olhos verdes e o Robin (cabelo preto e máscara) tem as mangas, as luvas e a espécie de leggins verdes, e são beliscados sem problema!

Para referência

terça-feira, 7 de abril de 2020

Teorias #4

Como foi a primeira vez da Alfazema com uma tesoura

Baseado na informação dada pela educadora dela na altura

A educadora dá uma tesoura à Mini-Alfazema.

A Mini-Alfazema, que nunca tinha pegado numa tesoura (pois não tem aquele hábito das crianças pequenas, de tocar aquilo que lhe dizem para não tocar), põe-se a abrir e fechar a tesoura completamente fascinada.

Educadora: Não queres cortar algum papel?

Mini-Alfazema, com o ar mais surpreendido do mundo: Isto corta papel??

E põe-se a abrir e fechar a tesoura por cima/à frente do papel (✄ ❘).

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Não percebo...6#

...Porque é que os Gregos, fizeram as histórias dos seus deuses tão dramáticas!

Quer dizer, em metade dos seus supostos nascimentos, o pai tentou impedir o seu nascimento ao engolir o filho/a de alguma forma e a outra metade, um dos deuses traiu o seu marido/esposa e depois tentou esconder o filho/a (normalmente, de uma forma sinistra qualquer).

Depois, aqueles que se casam, raramente se mantém fieis (o que origina o segundo tipo de nascimento  referido acima, ou mortais com belezas chocantes, grandes sabedorias e coisas do género). E aqueles que decidem não se casar e manterem-se virgens, raramente o podem fazer em paz.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Sabedoria Caseira

A comida não engorda, o que engorda são as pessoas.

Uma frase sábia do nosso querido pai. ☺

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Teorias#3

D. Afonso Henriques, D. Teresa e a Independência do Condado

A minha nossa teoria, de como tudo realmente aconteceu

D. Afonso Henriques: Vá lá mãe! Porque é que não pode ser?

D. Teresa: Já te disse, Afonso, é completamente desnecessário.

D. Afonso Henriques: Mas era o sonho do pai! Qual é o problema de transformar o condado num reino?

D. Teresa: Já pensaste na confusão? Primeiro, tínhamos de convencer o teu primo, D. Afonso VII rei de Leão e Castela, e depois, assumindo que convencíamos o teu primo, ainda tínhamos de convencer o Papa! Esquece, é demasiado trabalho.

D. Afonso Henriques: Mas mãe, eu quero a independência do condado!

D. Teresa: Não é não, Afonso e como castigo, vais limpar todo o chão do castelo.

D. Afonso Henriques: Isso vai demorar séculos!

D. Teresa: Devias ter pensado nisso antes de vires pedinchar. Agora vai, quanto mais depressa começares, mais depressa acabas.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Teorias#2

Castigo sob disfarce

A minha teoria sobre um episódio na turma de 1º ano da Mel



O André*, que se senta à frente da Filipa*, vira-se par trás para falar com ela, durante a aula. Quando chega a hora do intervalo, a professora pede para que todos os outros fiquem na sala mais uns minutos.

Professora: Olhem, eu decidi dar um castigo diferente ao André e à Filipa, e vou precisar da vossa ajuda.

Anabela*: O que é que precisa?

Professora: Ouçam bem, durante o intervalo, vocês vão provocá-los dizendo: "O André gosta da Filipa" e vice-versa, entendem?

Marcos*: Não se preocupe,  professora.

Moral da história, se os teus colegas te provocam assim, pensa se aborreceste algum dos teus professores recentemente.



* Nomes falsos para os colegas da Mel.~

Nota: Achei mais graça escrever a primeira.

Os anéis de Lauritzel (parte 1)


  Era uma vez, no reino Calápis, um rei e uma rainha; eles tinham três filhas, Sandra, Adelaide e Priscila. Sandra e Adelaide eram gémeas e dois anos mais velhas que Priscila, no entanto não eram filhas de sangue do rei e da rainha, portanto Priscila herdaria o reino sendo a única com sangue real.
  O rei e a rainha só tinham uma regra para as três filhas: que não mexessem nos anéis de Lauritzel.
  Claro que, assim sendo, todas tinham muita curiosidade em saber o que eles faziam. Por isso sempre que estavam sozinhas discutiam sobre isso.
  “Se calhar dão força sobre-humana a quem os usar!” sugeriu uma vez Sandra.
  “Não sejas pateta! Se a mãe e o pai nos proibiram de lhes mexer devem ser muito perigosos.” retorquiu Adelaide.
  “Um dia temos de os experimentar” disse Sandra, fingindo que não a tinha ouvido “não é como se não nos pertencessem, foram criados pela mãe!”
  Ela não se referia à rainha mas sim à sua mãe biológica, a antiga feiticeira real, Andromeda.
  “Oh, sim sim!” disse Priscila aos pulos de entusiasmo “Podíamos fazê-lo este fim-de-semana. A mãe e o pai vão visitar a rainha Tauriel.”
  “Está fora de questão” exclamou Adelaide chocada “Sandra, nem acredito que tenhas tido tal ideia e Priscila não devias estar tão contente, eles são nossos pais! Não podemos desobedecer-lhes sem mais nem menos.”
  “Vá lá Heidi! Não tens de ser sempre tão certinha “disse a outra gémea aborrecida.
  Adelaide e Sandra não tinham nada de semelhante, enquanto uma tinha cabelos loiros quase brancos a outra completamente pretos, uma era calma a outra irritadiça, o que causava muitas discussões entre as duas, pois Sandra também tinha o hábito de quebrar regras.
  Entretanto Sandra saiu do quarto, deixando as irmãs sozinhas.
  “Achas mesmo que seja boa ideia?” perguntou Heidi hesitante.
  “Bem, não podem ser assim tão perigosos…pois não?” respondeu Priscila encolhendo os ombros “Mas de qualquer forma, nós temos cuidado.”
  Adelaide soltou um suspiro.
  “Pronto, eu vou convosco. Com a condição de que se alguma coisa correr mal chamamos a mãe e o pai imediatamente, está bem?”
  “Está bem!” concordou Priscila alegremente.


Continua...

Espero que estejam a gostar até agora.

P.S. São livres de por teorias do que vai acontecer nos comentários.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Teorias...#1

Conspiração dos otorrinos.

A minha teoria da criação do heavy metal.



Diversos otorrinos, estão reunidos para discutir a falta de pacientes.

Dr. Noear: É deveras preocupante, as pessoas já quase não têm problemas de audição! Temos de fazer qualquer coisa, ou vamos todos á falência.

Dra. O'Hearing: É verdade, mesmo com o rock & roll, não há clientes suficientes.

Dra. Listen: Talvez esteja a dizer uma loucura, mas e se criássemos outro tipo de musica, mais barulhenta, mais mexida e ainda mais insuportável?

Dr. Can't-Hear-You: É uma ideia, mas como vamos convencer as pesssoas, a ouvi-la?

Dra. O'Hearing: A verdadeira complicação, é arranjar um nome para esse tipo de música. Quanto há divulgação, podemos contar a conhecidos e eles espalham a palavra, de modo que ninguém suspeite de nós.

Dr. Noear: Exato. Além de que os jovens atualmente ouvem qualquer coisa. Ideias para o nome?

Enquanto eles pensam uma caixa de metal, equilibrada precariamente num armário cai atingindo Dr. Can't-Hear-You no pé.

Dr. Can't-Hear-You: Ouch!! This is heavy metal!(Au! Isto é metal pesado!)

Dr. Noear: Eureka! Heavy metal, é o nome perfeito, parabéns Dr. Can't-Hear-you, resolveu-nos o problema. Agora temos de espalhar a palavra, não podemos perder tempo!

E embora Dr. Can't-Hear-You tenha passado muitas semanas (se é que não meses) no hospital, foi sempre muito bem tratado pelos seus colegas otorrinos, pois, todos eles, receberam muito mais clientes depois disso.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

A princesa Lili

 A história da princesa Lili não é muito conhecida e se não a conheces, eu vou-te contar.

  Era uma vez num reino distante, um rei e uma rainha , que, acreditem ou não, eram descendentes do Leonardo da Vinci. Eles queriam ter filhos  e um dia, a rainha teve logo trigémeos! chamaram-lhes: Tiago, João e Mário.
  Um ano depois, a rainha teve logo mais duas gémeas, chamaram-lhes: Alexandra e Alice.
  Três anos depois a rainha teve gémeos falsos (um rapaz e uma rapariga) chamaram ao rapaz Gabriel e á rapariga Lili.
  Muitos anos depois, os trigémeos tinham 12 anos, as gémeas 11 e os gémeos Gabriel e Lili 8. Os trigémeos podiam ter 12 anos mas comportavam-se como se tivessem 2. As gémeas tem 11 mas comportam-se como se tivessem 20!
  A Lili e o Gabriel podiam ser parecidos de aspeto, mas no comportamento eram completamente diferentes: a Lili fazia as suas tarefas, o Gabriel não as fazia; Lili nunca batia a ninguém, Gabriel estava sempre a bater.
  No dia de Natal foram todos convidados... até a fada má! Estão surpreendidos? foi a princesa Lili! É tão bondosa que sem a autorização de ninguém, a convidou.
  Finalmente, no dia de Natal , todos trouxeram coisas deliciosas: pasteis de nata, peru, bolachas de chocolate, de laranja,de canela e de baunilha, bolo de chocolate, de laranja e muitos mais doces.
  Quando a fada má chegou e o rei e a rainha a viram, ficaram furiosos e perguntaram lhe quem a tinha convidado. Quando souberam que tinha sido lido Lili, fizeram as pazes com a fada má. Foi a magia de Natal que resolveu tudo.
  Perlimpimpim, a historia chegou ao fim.

Notas: Agora que volto a ler a historia, vejo que está ainda mais desconjuntada e com o fim ainda mais repentino do que me lembrava (se não me engano, escrevi isto no quinto ano). E realmente "É tão bondosa que sem a autorização de ninguém, a convidou" bondosa talvez, mas também um pouco mal-comportada.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Novo tema!

Novo tema para os posts! Eu Poppy, vou começar a publicar no blog algumas das minhas histórias (se me lembrar, óbvio).

Acho que a primeira será "A princesa Lili", pois, se não me engano, é a que escrevi há mais tempo e (opinião pessoal) acho que vou ficando melhor com o tempo, portanto as duas que planeio publicar a seguir devem ter mais qualidade.

P.S.Digam o que pensam realmente das histórias (quando forem publicadas e se tiverem paciência para as ler).